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A possibilidade de gelo de água nos LDAs e em outras feições glaciais demonstra que a água pode ser encontrada em latitudes ainda mais baixas. Futuros colonizadores em Marte poderão explorar esses depósitos de gelo, em vez de terem de viajar para latitudes muito mais altas. Outra grande vantagem destas paisagens glaciais sobre outras fontes de água marcianas é que elas podem ser facilmente detectadas e mapeadas em órbita. Os aventais de detritos lobados são mostrados abaixo de Phlegra Montes, que ficam na latitude de 38,2 graus norte, de modo que a descoberta de gelo de água nos LDAs expande imensamente o alcance de acesso fácil em Marte. É muito mais fácil pousar uma nave espacial perto do equador de Marte, então quanto mais perto do equador a água estiver disponível, melhor será para os futuros colonos. Aventais de detritos lobados De particular interesse desde os dias dos Orbitadores Viking são as pilhas de material ao redor de penhascos; agora elas são chamadas de aventais de detritos lobados (LDAs). Estas feições têm uma topografia convexa e uma encosta suave a partir de penhascos ou escarpas; o que sugere um fluxo que se afasta do penhasco íngreme de origem. Além disso, os aventais de detritos lobados podem apresentar alinhamentos superficiais assim como geleiras rochosas na Terra.
Fontes: pt.wikipedia.org
== Lençóis de gelo expostos == Depósitos de gelo enormes e de fácil acesso foram encontrados por uma equipe de pesquisadores utilizando instrumentos a bordo da Mars Reconnaissance Orbiter (MRO). Os cientistas encontraram oito encostas em erosão exibindo lençóis de gelo de água expostos com até 100 metros de espessura. Muitas evidências de gelo enterrado no subsolo em vastas regiões de Marte já haviam sido encontradas por estudos anteriores, mas este estudo constatou que o gelo estava coberto apenas por uma camada de solo com cerca de 1 ou 2 metros de espessura. Shane Byrne, do Laboratório Lunar e Planetário da Universidade do Arizona, Tucson, e um dos coautores, comentou que os futuros colonizadores do Planeta Vermelho seriam capazes de recolher gelo usando apenas um balde e uma pá. O gelo em camadas fica exposto em depressões de formato triangular. Uma das paredes é muito íngreme e está voltada para o polo. O fato de as camadas serem constituídas por gelo de água foi confirmado pelo Espectrômetro de Imagem de Reconhecimento Compacto para Marte (CRISM) a bordo da MRO. Os espectros coletados pelo CRISM mostraram fortes sinais de água.
Fontes: pt.wikipedia.org
Essas depressões triangulares têm alguma semelhança com terreno em vieira (escalonado). A topografia escalonada é comum nas latitudes médias de Marte, entre 45° e 60° norte e sul. Por diversas razões, suspeita-se que as falésias (escarpas) ricas em gelo sejam gelo subterrâneo em vez de uma fina e temporária camada de geada. A sua cor azulada permanece mesmo depois da geada sazonal, indicada pela cor azul, ter desaparecido dos arredores e de locais mais elevados e mais frios. Além disso, medições do Sistema de Imagem de Emissão Térmica (THEMIS) mostram uma temperatura no final da tarde que está acima do ponto de congelamento. Isso significa que qualquer geada teria derretido no calor do dia. "Há gelo no subsolo raso em cerca de um terço da superfície marciana," disse o autor principal do estudo, Colin Dundas, do Astrogeology Science Center do Serviço Geológico dos EUA, em Flagstaff, Arizona. "Esta imagem confirma o que foi anteriormente detectado com o espectrômetro na sonda 2001 Mars Odyssey, os radares de penetração no solo na MRO e na Mars Express, e pela escavação in situ da sonda Phoenix." A sonda Phoenix, de fato, expôs uma camada de gelo com os seus foguetes de pouso. Além de serem de imenso valor para futuros exploradores, essas camadas de gelo poderiam ajudar a compreender melhor a história climática de Marte. Elas fornecem um registro do passado. Uma vez que Marte experimenta grandes variações na sua inclinação, também passa por variações climáticas dramáticas. Estas alterações podem ser rastreadas com o estudo destas camadas.
Fontes: pt.wikipedia.org
== Topografia escalonada == A topografia escalonada é comum nas latitudes médias de Marte, entre 45° e 60° norte e sul. É particularmente proeminente na região de Utopia Planitia no hemisfério norte e na região de Peneus e Amphitrites Patera no hemisfério sul. Tal topografia consiste em depressões rasas, sem bordas e com bordas recortadas, comumente chamadas de "depressões escalonadas" ou simplesmente "escalopes" (vieiras). Depressões escalonadas podem ser isoladas ou agrupadas e, às vezes, parecem se fundir. Uma depressão escalonada típica exibe uma encosta suave voltada para o equador e uma escarpa mais íngreme voltada para os polos. Essa assimetria topográfica deve-se provavelmente a diferenças na insolação. Acredita-se que as depressões escalonadas se formam a partir da remoção de material da subsuperfície, possivelmente gelo intersticial, por sublimação. Esse processo ainda pode estar acontecendo no presente.
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A pesquisa sobre Semax apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Semax)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Semax)